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Submundo do e-commerce: Fraudes

Publicado em 22.02.2016 às 16:02 | Postado em: Mercado | Fonte: http://ecommercenews.com.br/
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Mesmo diante do cenário de crise econômica que o país tem vivido, um segmento que vem crescendo a cada ano é o e-commerce. De acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), esse setor cresceu 22% em relação a 2014 e faturou R$ 48,2 bilhões. E, para 2016, o cenário é ainda mais positivo. Estima-se que as lojas virtuais terão um aumento de 18% em comparação com o ano anterior e um faturamento de R$ 56,8 bilhões.

Esses números comprovam que muitos empreendedores estão escolhendo começar o seu negócio por meio das lojas virtuais em vez das físicas, que, muitas vezes, demandam muito mais tempo e geram custos fixos muito maiores. Mas nem tudo é perfeito, já que no e-commerce também há desvantagens para o dono do negócio.

Ao mesmo tempo em que o segmento cresce, o número de fraudes também apresenta um aumento expressivo. De acordo com um levantamento feito pelo Moip, em parceria com a Keyscores, 70% das compras são realizadas por meio do cartão de crédito. Mas há criminosos que conseguem tripudiar e encontrar uma maneira “fácil” de clonar dados dos cartões e utilizá-los para realizar uma série de compras. E, neste caso, o dono do e-commerce acaba arcando com o prejuízo.

Por mais que o cartão de crédito seja o meio de pagamento mais seguro para o cliente (ele sempre poderá pedir o estorno de uma compra feita online que não identificar na fatura), o mesmo não se pode dizer sob a ótica dos lojistas: reverter um chargeback não é tarefa tão simples assim. Por este motivo, é muito comum vermos grandes lojas virtuais sendo prejudicadas por não estarem devidamente protegidas contra fraudadores.

O cenário é favorável para a fraude

Infelizmente, hoje em dia, fraudar é muito fácil. Essas ações exigem um custo muito baixo e oferecem altos retornos diante de poucos riscos. Há ainda um motivo determinante para o crescimento dessa infração: a Justiça brasileira não dá prioridade para esses tipos de crimes, pois ainda é uma área pouco conhecida pela legislação.

Além disso, a fraude de cartão de crédito tem se tornado cada vez comum por conta da enorme oferta de dados disponíveis no “mercado negro” virtual. E é justamente este fator que faz a roda deste crime cibernético continuar girando, pois há diversas formas de essas informações caírem nas mãos de pessoas erradas.

Muitas vezes os próprios lojistas são responsáveis por este vazamento de informação de clientes, seja por negligência ou por serem vítimas de golpes. Ou pela combinação dos dois fatores.

Os ataques dos hackers acontecem quando aparece uma oportunidade, normalmente por meio de robôs que testam a segurança de diversas páginas e servidores. Quando esses robôs identificam um e-commerce com a segurança comprometida, realizam a invasão e roubam os dados de clientes – inclusive informações referentes a cartão de crédito. Há também os ataques “profissionais” de hackers, muito mais complexos e planejados, com foco em empresas gigantescas.

Outra forma muito comum é o Phishing, na qual o criminoso encaminha para a vítima um e-mail, mensagem instantânea ou até um link de acesso a um determinado site e aguarda que o internauta caia em sua armadilha. Como muitas vezes é difícil identificar se aquele site é ou não confiável, é grande o número de prejudicados. Estima-se que 97% das pessoas não conseguem identificar uma tentativa similar a essa, segundo a norte-americana Intel.

O que o lojista deve fazer?

Não há uma fórmula mágica ou qualquer solução que seja capaz de garantir uma operação 100% segura a uma loja virtual. Infelizmente, sempre haverá alguém tentando tirar vantagem de outra pessoa. E o mesmo se aplica ao e-commerce: a fraude faz parte do jogo, e até mesmo o mercado considera “aceitável” uma taxa de fraudes na casa de 1%. Esse risco deve ser levado em consideração em todos os cálculos no seu negócio.

No entanto, quando o percentual de fraudes se torna maior do que isso, a operação do e-commerce se torna preocupante. Além do prejuízo causado pelas vendas “perigosas”, a empresa pode receber multas altíssimas de adquirentes de cartão de crédito e até mesmo perder o direito de processar este tipo de pagamento. Neste cenário surgem as soluções antifraude, aliadas dos e-commerces no combate à fraude.

O que não pode acontecer, sob hipótese alguma, é que todo o negócio seja prejudicado pela fraude – ou pelo medo que ela causa. Afinal, a esta altura do século 21, “não vender pela internet” já não é mais uma solução viável.

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O impacto econômico das Mídias Sociais: como aproveitar para o seu negócio?

Publicado em 22.02.2016 às 16:00 | Postado em: Mercado | Fonte: http://ecommercenews.com.br/
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Como era seu relacionamento com as pessoas na era pré-internet? Você ligava para elas, mandava cartas ou ia ao seu encontro, certo? Hoje, as Mídias Sociais mudaram isso de maneira brutal, o que afeta diretamente a maneira como as pessoas e as marcas estão se relacionando. Porém, o impacto econômico que as Mídias Sociais vêm gerando ainda não pode ser mensurado por completo.

Empresas que eram responsáveis pela comunicação entre pessoas, por exemplo, mudaram completamente sua maneira de fazer negócios ou faliram. Além disso, as marcas e as grandes empresas direcionaram grande parte de seus investimentos em marketing e comunicação para as Mídias Sociais.

Para entendermos de maneira correta esse panorama, temos que entender as mudanças que as redes trouxeram para nossa vida. Acompanhe nosso post e fique por dentro!

Como as Mídias Sociais mudaram o consumo?

Antes da era da internet, as marcas de maior visibilidade eram as que detinham poder econômico para estarem presentes nos grandes veículos de comunicação. Dessa forma, o apelo às marcas era muito grande, e as maiores é que detinham grande parte do público.

Com o advento das Mídias Sociais, foi possível que marcas menores, porém mais segmentadas em determinados públicos, pudessem ter um alcance muito mais elevado e, com isso, chegar a novos níveis.

As empresas que conseguiram alcançar o público-alvo de maneira inteligente fizeram com que as pessoas atribuíssem um valor muito mais elevado a seus produtos, o que atinge diretamente no conceito de marca. Se antes toda informação e propaganda estavam inseridas nos grandes veículos de comunicação, hoje as Mídias Sociais possibilitaram uma segmentação muito maior, o que favoreceu o aparecimento e o fortalecimento de uma série de marcas e empresas menores.

Como as Mídias Sociais mudaram o relacionamento com as marcas?

Houve um tempo em que a única maneira de você se relacionar com uma marca era ligando ou enviando uma carta. Hoje, grande parte das Mídias Sociais nos permite comentários e mensagens diretas, algo que influencia diretamente na maneira como nos relacionamos.

Comentários e mensagens acabaram se tornando uma maneira de medir o impacto que as marcas estão tendo com o público. Além disso, de acordo com uma série de métricas que as Mídias Sociais nos fornecem, temos como saber alguns comportamentos que antes passavam despercebidos, como horas do dia de maior acesso e tipo de conteúdo que mais gera engajamento.

Isso afetou diretamente a maneira como as marcas usam as Mídias Sociais, pois temos muito mais possibilidades de engajamento e de interação, um fator fundamental na decisão de compra.

Como sua empresa pode usar as Mídias Sociais de maneira correta?

O impacto na economia global dessas Mídias Sociais é imenso, e sua empresa precisa usar isso de maneira inteligente e favorável. O primeiro passo é a construção de um relacionamento, com conteúdo relevante e interação com os usuários. Depois disso, é muito interessante usar a estratégia do funil de vendas, diretamente nas Mídias Sociais em questão ou em outra plataforma. Isso irá não apenas fortalecer sua marca como facilitar o processo de aquisição e gerenciamento de novos clientes.

O que fica claro é que o impacto econômico das Mídias Sociais é gigantesco e tende a ser cada vez maior. Quem não usar isso a favor de sua marca perderá muito dinheiro, ou pior, perderá visibilidade e fixação de sua marca!

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E-commerce brasileiro deve crescer 18% e faturar R$ 56,8 bilhões em 2016, prevê ABComm

Publicado em 12.01.2016 às 15:45 | Postado em: Mercado | Fonte:
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Em 2016, o e-commerce nacional deve crescer 18% em relação a 2015 e faturar R$ 56,8 bilhões, de acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). O ano deve registrar 190,9 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um ticket médio de R$ 298.

As compras via aparelhos portáteis devem representar 30% do total de pedidos, ante 20% em 2015, o que torna o mobile ainda mais importante para os varejistas brasileiros. A participação das PMEs na receita geral também deve aumentar, atingindo a marca de 22,1% este ano.

O presidente da ABComm, Mauricio Salvador, comenta que a conveniência do consumo online será o grande motor desse crescimento: “As facilidades oferecidas pelos varejistas virtuais, como promoções e preços baixos, seguem como atrativos para os consumidores, projetando um crescimento que nem mesmo a crise econômica no Brasil deve impedir”.

Em 2015, o setor cresceu 22% em relação ao ano anterior e obteve um faturamento de R$ 48,2 bilhões. O ano fechou com 155,5 milhões de pedidos e um ticket médio de R$ 310.

Pensando nisso, gostaríamos de lembrar você que a agência iPoomWeb tem uma plataforma própria de e-commerce para oferecer todo o suporte necessário aos nossos clientes, a CRIAR Loja Virtual.

Fizemos um eBook de apresentação da CRIAR Loja Virtual e gostaríamos de compartilhar com vocês, se você desejar baixar o e-book basta clicar no botão abaixo.

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Esperamos tê-lo ajudado a esclarecer mais sobre a nossa plataforma e-commerce, para esclarecer dúvidas a respeito da plataforma entre em contato com a nossa equipe.


Equipe iPoomWeb.

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Assessoria de imprensa nas redes sociais

Publicado em 06.01.2016 às 11:37 | Postado em: Mercado | Fonte: guiadeecommerce.com.br
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Em um mundo onde a informação flui de forma frenética, o papel da assessoria de imprensa nas redes sociais ganha cada vez mais destaque e lança aos profissionais de relações públicas, um desafio que é se adaptar a esse novo canal.

Seja para fins corporativos ou pessoais, o fato é que nenhuma marca ou personalidade pública pode prescindir de um bom trabalho de comunicação através das mídias sociais que aos poucos vai tomando o lugar da mídia tradicional como jornais e revistas.

Esse é um dos motivos para a assessoria de imprensa nas redes sociais estar tendo uma procura tão acentuada nos últimos tempos. O grande problema no mercado hoje em dia é justamente encontrar profissionais realmente qualificados nesta área.

Qual é o objetivo de uma assessoria de imprensa nas redes sociais

O objetivo principal de uma assessoria de imprensa nas mídias sociais é conseguir exposição para marca, produto ou serviço e ao mesmo tempo criar pontos de contato com os consumidores.

Repara que uma coisa não implica necessariamente na outra. Medir os resultados de uma ação em mídias sociais somente pela quantidade de publicações conseguida lembra bastante o critério de centimetragem, utilizado com métrica de resultado na assessoria de imprensa convencional.

A publicação de um press release em um blog, por exemplo, precisa gerar engajamento através de comentários ou outras ações dos leitores, como Curtidas no Facebook ou compartilhamentos em outras mídias sociais. Número de publicações, definitivamente não é métrica de desempenho de uma assessoria de imprensa nas redes sociais.

Preparando o caminho

O trabalho de divulgação de uma marca através das redes sociais é revestido de uma série de ações que antecedem a divulgação em si. Em primeiro lugar precisamos verificar em que estágio estão as mídias da marca ou pessoa pública e o que vem sendo desenvolvido.

A partir desse ponto é que entra a parte técnica da assessoria de imprensa nas redes sociais, verificando se os canais estão devidamente configurados e integrados com outros sistemas como o de avaliação de relevância da presenta online.

Identificando o público-alvo

Assessoria de imprensa nas redes sociaisFeito isso, é hora de pensarmos na elaboração da Persona de Marketing que caracteriza o público que desejamos impactar. É quando lançamos mão de ferramentas de análise de público para definir o perfil do consumidor.

Feito isso, um bom trabalho de assessoria de imprensa nas mídias sociais busca identificar os melhores canais para atingir este público. Dependendo do resultado da Persona de Marketing que criamos, alguns canais terão maior ou menor impacto.

Como exemplo, digamos que você esteja trabalhando para uma empresa especializada em sistemas de segurança digital. Não faz muito sentido investir pesado em Facebook, porque o tema é extremamente técnico, e esse não é o tipo de coisa que as pessoas buscam no Facebook.

Por outro lado, o LinkedIn e blogs especializados em criptografia de dados e segurança digital podem render uma ótima repercussão. É tudo uma questão de adequação do conteúdo ao público.

O grande erro das assessorias de imprensa nas mídias sociais

Quando falamos em marketing nas mídias sociais, estamos falando basicamente da criação de pontos de relacionamento e engajamento com o público que desejamos atingir. Dessa forma, fica muito bem desenhado o conteúdo a ser veiculado. Algo que agregue valor ao dia a dia das pessoas.

O problema é que a maioria das agências de assessoria de imprensa, ao se aventurarem no mundo online, não adequam nem os métodos e nem as métricas de desempenho, se limitando a trazer para o mundo online, toda a linha de trabalho que tinham, por exemplo, em jornais e revistas no mundo físico. Resultado: A coisa não funciona.

Outro erro muito comum é não alinhar as ações nas mídias sociais com outras dimensões do marketing digital, como o marketing de busca, por exemplo. Sabemos que as mídias sociais são grandes aliadas do SEO, mas nem sempre esse benefício é explorado pelas assessoria de imprensa online.

O trabalho de assessoria de imprensa na Internet envolve muito mais do que a simples publicação de postagens em perfis ou blogs. Um trabalho realmente profissional, como o que o mercado exige hoje em dia, requer conhecimentos técnicos que vão além de uma boa redação e rede de contatos.

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Roupas lideram novamente a intenção de compra para o Natal de 2015, aponta o Meseems

Publicado em 15.12.2015 às 14:40 | Postado em: Mercado | Fonte: http://ecommercenews.com.br/
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O MeSeems, especializado em pesquisas online em tempo real, realizou levantamento com 3419 pessoas, de todas as regiões do País, que aponta a intenção de compras para o Natal. De acordo com o estudo, 91% dos respondentes irão comemorar o Natal. Em relação à troca de presentes, 70% dos respondentes pretendem presentear alguém esse ano, em comparação com 77%, segundo a pesquisa de Natal feita no ano passado. Os pais lideram a lista com 70% da intenção, seguidos de namorados (as) e irmãos (37%), marido/esposa (32%), e filhos (29%). Cerca de 29% responderam que irão presentear a si próprio.

Acerca dos tipos de presentes, a pesquisa destacou que as roupas, assim como no ano anterior, continuam sendo o objeto de desejo dos entrevistados, com 64% da intenção, 4% a mais em relação a 2014. Os brinquedos aparecem em segundo lugar com 36%, seguidos de acessórios – carteiras, cintos e bolsas – (31%) e calçados (29%). Eletrônicos em geral aparecem com 11%.

Quando perguntados sobre o local onde devem fazer suas compras, 72% responderam em lojas de shopping centers, seguido de lojas online (52%) e lojas de rua (45%). Cerca de 12% pretende comprar presentes no camelô.

Em relação aos gastos, 31% disseram que devem investir entre R$ 101 e R$ 300, 23% estimam pagar até R$ 100, e 19% entre R$ 301 e R$ 500. Cerca de 11% pretendem desembolsar mais que R$ 900. Quanto às formas de pagamento, a grande maioria dos consumidores (57%) pagará suas compras em dinheiro. Em seguida aparece o cartão de crédito, com 53% e débito (37,5%). Somente 2% dos entrevistados utilizará cheques ou outra forma de pagamento para quitar suas compras.

Dos usuários que não pretendem fazer compras para o Natal, 72% responderam que estão sem dinheiro, 35% estão fazendo economia e 8% não gostam de dar presentes.

A pesquisa aponta também que 90% dos entrevistados vão comemorar o Natal com uma ceia. Entre os produtos que estarão presente às mesas, peru – chester e tender lideram com 77%, seguido de panetone e outros bolos (75%), salada (70%), sorvetes, mouses ou tortas (65%), frutas frescas (64%) e massas com 39%.

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