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Invista em marketing digital em tempos de crise.

Publicado em 19.05.2016 às 10:42 | Postado em: Mercado | Fonte: ecommercebrasil.com.br
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Dentre os erros cometidos por empresas durante uma crise, um dos mais comuns é o corte de verbas destinadas à Comunicação e Marketing. Na verdade, o que ainda pode ser visto como gasto supérfluo deveria ser enxergado como uma estratégia importante na gestão do negócio, pois com o momento delicado da economia, a empresa não deve se “esconder” dos seus potenciais clientes.

Embora seja um grande desafio, mesmo neste cenário, as empresas devem pensar em crescer. Para isso, o segredo é não abrir mão dos bons investimentos. Com a retração da economia, os clientes vão buscar as melhores condições possíveis. Concorda? Desse modo, uma das alternativas é captar e fidelizar seus clientes, e nessa hora as estratégias de marketing digital estão ganhando cada vez mais destaque.

O Inbound Marketing, por exemplo, pode ser uma saída para sua empresa crescer de maneira mais rápida e rentável. Investir em conteúdo para a captura de leads, além de tecnologias analíticas para aprimorar a eficiência de vendas, pode trazer inovação nos processos de compras e marketing. A web é um canal que oferece oportunidades de vendas prontas, e permite que você conquiste prospects para o seu negócio, o que encurtará o seu ciclo de vendas. Trata-se de um canal essencialmente inbound. E o que isso quer dizer? Estamos falando de estratégias que devem focar na fidelização do cliente por meio de conteúdo de qualidade e que atendam às suas principais necessidades.

Outro motivo que deve ser levado em consideração para que a crise não afete suas estratégias de marketing digital é o fato de que na internet tudo é mensurável. Dessa maneira, você pode testar todas as opções disponíveis, e quando a ação de marketing realizada se transformar em leads, oportunidades ou vendas, você saberá exatamente qual caminho deve seguir.

Embora as ações de marketing possam exigir mais do seu tempo, também vale ressaltar que elas vão exigir menos do seu dinheiro, se compararmos ao marketing tradicional. De acordo com uma pesquisa realizada pelo eMarketer, 86% dos profissionais de marketing planejavam aumentar os gastos com marketing de conteúdo em 2015, o que prova que não dá para conceder espaço para a concorrência.

No entanto, não se esqueça da importância do Planejamento Estratégico, pois ele é uma parte fundamental no processo de traçar estratégias assertivas para o seu negócio, já que por meio dele é possível realizar uma análise detalhada do mercado, bem como diagnóstico da marca, estudo da concorrência, definição do público-alvo e outras etapas importantes. Esse trabalho é realizado por meio da criação da estratégia de comunicação para a geração de tráfego, leads e vendas, que consiste em estabelecer e conceituar a experiência que será vivida pelos seus clientes em cada canal digital.

O investimento em marketing irá fornecer uma melhoria constante, pois a partir do momento em que você pode medir as ações, você também pode melhorá-las. E nesse contexto, estamos falando de trazer um aumento de vendas com um orçamento menor.

Em resumo, aproveitar os momentos de crise para investir pode ser o caminho para capitalizar no futuro. Que tal apostar nisso?

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Google testa mudança na página de buscas

Publicado em 10.05.2016 às 15:07 | Postado em: Mercado | Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/
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O Google está testando uma nova alternativa para os links que aparecem nos resultados em sua página de pesquisas. Em vez dos tradicionais links azuis, a empresa pode passar a usar a cor preta.

A novidade é uma mudança relativamente grande, já que os links azuis estão presentes desde o início do site. Pelo twitter, usuários reclamaram que a novidade torna mais difícil de diferenciar os links clicados.
O Google também está testando novos tons de azul para os links.

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CRIAR Loja Virtual recebe o selo profissional associado da ABCOMM.

Publicado em 23.03.2016 às 15:51 | Postado em: Mercado | Fonte:
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A CRIAR Loja Virtual recebeu o selo Profissional Associado da ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).


A ABComm - Associação Brasileira de Comércio Eletrônico reúne representantes de lojas virtuais e empresas nas áreas de tecnologia da informação, organização de eventos, portais de notícias e serviços de marketing para trocar experiências e abrir espaço para que micro e pequenas empresas tenham participação nas discussões sobre o mercado digital brasileiro.


Sabendo do amplo crescimento do comércio eletrônico no Brasil, a CRIAR estará cada vez mais presente em eventos dessa área, visando sempre oferecer os melhores serviços como plataforma de e-commerce, obter resultados com o marketing digital e contribuir para o desenvolvimento do e-commerce nacional.

No dia 17/03, a CRIAR completou 06 anos de dedicação ao e-commerce, ajudando empresas de todos estados Brasileiros a vender pela internet e aumentar os seus lucros.

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Submundo do e-commerce: Fraudes

Publicado em 22.02.2016 às 16:02 | Postado em: Mercado | Fonte: http://ecommercenews.com.br/
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Mesmo diante do cenário de crise econômica que o país tem vivido, um segmento que vem crescendo a cada ano é o e-commerce. De acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), esse setor cresceu 22% em relação a 2014 e faturou R$ 48,2 bilhões. E, para 2016, o cenário é ainda mais positivo. Estima-se que as lojas virtuais terão um aumento de 18% em comparação com o ano anterior e um faturamento de R$ 56,8 bilhões.

Esses números comprovam que muitos empreendedores estão escolhendo começar o seu negócio por meio das lojas virtuais em vez das físicas, que, muitas vezes, demandam muito mais tempo e geram custos fixos muito maiores. Mas nem tudo é perfeito, já que no e-commerce também há desvantagens para o dono do negócio.

Ao mesmo tempo em que o segmento cresce, o número de fraudes também apresenta um aumento expressivo. De acordo com um levantamento feito pelo Moip, em parceria com a Keyscores, 70% das compras são realizadas por meio do cartão de crédito. Mas há criminosos que conseguem tripudiar e encontrar uma maneira “fácil” de clonar dados dos cartões e utilizá-los para realizar uma série de compras. E, neste caso, o dono do e-commerce acaba arcando com o prejuízo.

Por mais que o cartão de crédito seja o meio de pagamento mais seguro para o cliente (ele sempre poderá pedir o estorno de uma compra feita online que não identificar na fatura), o mesmo não se pode dizer sob a ótica dos lojistas: reverter um chargeback não é tarefa tão simples assim. Por este motivo, é muito comum vermos grandes lojas virtuais sendo prejudicadas por não estarem devidamente protegidas contra fraudadores.

O cenário é favorável para a fraude

Infelizmente, hoje em dia, fraudar é muito fácil. Essas ações exigem um custo muito baixo e oferecem altos retornos diante de poucos riscos. Há ainda um motivo determinante para o crescimento dessa infração: a Justiça brasileira não dá prioridade para esses tipos de crimes, pois ainda é uma área pouco conhecida pela legislação.

Além disso, a fraude de cartão de crédito tem se tornado cada vez comum por conta da enorme oferta de dados disponíveis no “mercado negro” virtual. E é justamente este fator que faz a roda deste crime cibernético continuar girando, pois há diversas formas de essas informações caírem nas mãos de pessoas erradas.

Muitas vezes os próprios lojistas são responsáveis por este vazamento de informação de clientes, seja por negligência ou por serem vítimas de golpes. Ou pela combinação dos dois fatores.

Os ataques dos hackers acontecem quando aparece uma oportunidade, normalmente por meio de robôs que testam a segurança de diversas páginas e servidores. Quando esses robôs identificam um e-commerce com a segurança comprometida, realizam a invasão e roubam os dados de clientes – inclusive informações referentes a cartão de crédito. Há também os ataques “profissionais” de hackers, muito mais complexos e planejados, com foco em empresas gigantescas.

Outra forma muito comum é o Phishing, na qual o criminoso encaminha para a vítima um e-mail, mensagem instantânea ou até um link de acesso a um determinado site e aguarda que o internauta caia em sua armadilha. Como muitas vezes é difícil identificar se aquele site é ou não confiável, é grande o número de prejudicados. Estima-se que 97% das pessoas não conseguem identificar uma tentativa similar a essa, segundo a norte-americana Intel.

O que o lojista deve fazer?

Não há uma fórmula mágica ou qualquer solução que seja capaz de garantir uma operação 100% segura a uma loja virtual. Infelizmente, sempre haverá alguém tentando tirar vantagem de outra pessoa. E o mesmo se aplica ao e-commerce: a fraude faz parte do jogo, e até mesmo o mercado considera “aceitável” uma taxa de fraudes na casa de 1%. Esse risco deve ser levado em consideração em todos os cálculos no seu negócio.

No entanto, quando o percentual de fraudes se torna maior do que isso, a operação do e-commerce se torna preocupante. Além do prejuízo causado pelas vendas “perigosas”, a empresa pode receber multas altíssimas de adquirentes de cartão de crédito e até mesmo perder o direito de processar este tipo de pagamento. Neste cenário surgem as soluções antifraude, aliadas dos e-commerces no combate à fraude.

O que não pode acontecer, sob hipótese alguma, é que todo o negócio seja prejudicado pela fraude – ou pelo medo que ela causa. Afinal, a esta altura do século 21, “não vender pela internet” já não é mais uma solução viável.

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O impacto econômico das Mídias Sociais: como aproveitar para o seu negócio?

Publicado em 22.02.2016 às 16:00 | Postado em: Mercado | Fonte: http://ecommercenews.com.br/
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Como era seu relacionamento com as pessoas na era pré-internet? Você ligava para elas, mandava cartas ou ia ao seu encontro, certo? Hoje, as Mídias Sociais mudaram isso de maneira brutal, o que afeta diretamente a maneira como as pessoas e as marcas estão se relacionando. Porém, o impacto econômico que as Mídias Sociais vêm gerando ainda não pode ser mensurado por completo.

Empresas que eram responsáveis pela comunicação entre pessoas, por exemplo, mudaram completamente sua maneira de fazer negócios ou faliram. Além disso, as marcas e as grandes empresas direcionaram grande parte de seus investimentos em marketing e comunicação para as Mídias Sociais.

Para entendermos de maneira correta esse panorama, temos que entender as mudanças que as redes trouxeram para nossa vida. Acompanhe nosso post e fique por dentro!

Como as Mídias Sociais mudaram o consumo?

Antes da era da internet, as marcas de maior visibilidade eram as que detinham poder econômico para estarem presentes nos grandes veículos de comunicação. Dessa forma, o apelo às marcas era muito grande, e as maiores é que detinham grande parte do público.

Com o advento das Mídias Sociais, foi possível que marcas menores, porém mais segmentadas em determinados públicos, pudessem ter um alcance muito mais elevado e, com isso, chegar a novos níveis.

As empresas que conseguiram alcançar o público-alvo de maneira inteligente fizeram com que as pessoas atribuíssem um valor muito mais elevado a seus produtos, o que atinge diretamente no conceito de marca. Se antes toda informação e propaganda estavam inseridas nos grandes veículos de comunicação, hoje as Mídias Sociais possibilitaram uma segmentação muito maior, o que favoreceu o aparecimento e o fortalecimento de uma série de marcas e empresas menores.

Como as Mídias Sociais mudaram o relacionamento com as marcas?

Houve um tempo em que a única maneira de você se relacionar com uma marca era ligando ou enviando uma carta. Hoje, grande parte das Mídias Sociais nos permite comentários e mensagens diretas, algo que influencia diretamente na maneira como nos relacionamos.

Comentários e mensagens acabaram se tornando uma maneira de medir o impacto que as marcas estão tendo com o público. Além disso, de acordo com uma série de métricas que as Mídias Sociais nos fornecem, temos como saber alguns comportamentos que antes passavam despercebidos, como horas do dia de maior acesso e tipo de conteúdo que mais gera engajamento.

Isso afetou diretamente a maneira como as marcas usam as Mídias Sociais, pois temos muito mais possibilidades de engajamento e de interação, um fator fundamental na decisão de compra.

Como sua empresa pode usar as Mídias Sociais de maneira correta?

O impacto na economia global dessas Mídias Sociais é imenso, e sua empresa precisa usar isso de maneira inteligente e favorável. O primeiro passo é a construção de um relacionamento, com conteúdo relevante e interação com os usuários. Depois disso, é muito interessante usar a estratégia do funil de vendas, diretamente nas Mídias Sociais em questão ou em outra plataforma. Isso irá não apenas fortalecer sua marca como facilitar o processo de aquisição e gerenciamento de novos clientes.

O que fica claro é que o impacto econômico das Mídias Sociais é gigantesco e tende a ser cada vez maior. Quem não usar isso a favor de sua marca perderá muito dinheiro, ou pior, perderá visibilidade e fixação de sua marca!

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