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Entenda os primeiros passos para criar um e-commerce.

Publicado em 24.05.2016 às 16:28 | Postado em: Mercado | Fonte:
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O faturamento dos comércios eletrônicos no Brasil não para de crescer: é o que diz o relatório WebShoppers, realizado pela E-bit e disponibilizado no site da instituição. Segundo o texto, só no primeiro semestre de 2015, esse mercado cresceu 16% em relação ao mesmo período de 2014, tendo um acúmulo de 18,6 bilhões de reais. E o melhor é que as perspectivas para o fechamento de 2015 e a sequência em 2016 são ainda melhores, já que o comportamento do consumidor vem gradualmente mudando do ambiente físico para o on-line. De olho nessa oportunidade, empreendedores mais atentos já começaram a investir em lojas virtuais. E você, está preparado para aproveitar essa chance? Então conheça agora mesmo os primeiros passos para criar um e-commerce de sucesso!

Faça um bom planejamento
Assim como qualquer empreendimento físico, os negócios virtuais devem ser planejados, sempre levando em consideração, claro, as especificidades do meio digital. Assim, estudo de mercado, benchmarking, análise de palavras-chave, oportunidades e ameaças, diferenciais competitivos, projeção de custos e de ganhos, dentre outras questões, devem ser devidamente registrados em um documento que sirva de suporte às tomadas de decisões dos gestores.

Escolha a melhor plataforma
Como a plataforma é a base de todo o e-commerce, ela deve ser cuidadosamente escolhida, considerando o planejamento da empresa e as projeções de tráfego e de vendas. Nesse momento, é importante que os gestores optem por uma solução que seja flexível, automatizada, escalável e integrada a um sistema de gestão ERP para que todos os dados, as informações e os recursos disponíveis para comercialização estejam sincronizados. Procure por uma empresa de confiança e faça a escolha certa de sua plataforma, sempre do olho no futuro do negócio.

Defina os meios de pagamento
Outro ponto essencial que deve ser pensado na hora de criar um e-commerce diz respeito às formas de pagamento, afinal, quanto mais opções você oferecer a seus clientes, maiores serão as chances de eles fazerem compras maiores e mais frequentes. Há empresas que terceirizam os pagamentos de depósitos bancários, cartões de crédito e de débito por meio, por exemplo, do PayPal e dos gateways, que integram a loja virtual à administração de operadoras, sendo que também existe a integração direta com as operadoras, sem intermediários. Obviamente, cada um desses modelos tem suas vantagens e desvantagens, de forma que a melhor opção dependerá das particularidades do seu empreendimento.

Cuide da segurança do portal
Por mais que as pessoas estejam mudando seus hábitos de consumo, o que ainda impede que muitos comprem na web é o imaginário de que as lojas virtuais não são seguras. É preciso desmitificar essa ideia não apenas escolhendo programas antifraude e antirroubo, mas também divulgando sua eficiência. Para isso, deixe em um local bastante visível (tanto na página inicial como na de fechamento de vendas) informações sobre a segurança da transação comercial. Com isso, os clientes ficarão mais confiantes em relação à compra e seu empreendimento contribuirá para a mudança desse pensamento ultrapassado.

Divulgue sua loja virtual
Ao criar um e-commerce, é importante que você conheça as melhores ações para fazer sua publicidade no ambiente virtual. Adote estratégias de marketing digital para melhorar o posicionamento da página nos mecanismos de busca, aproximar o cliente dos produtos comercializados, gerir o relacionamento com os prospects e consumidores e, o mais importante, para posicionar adequadamente o empreendimento no mercado. Busque apoio de profissionais dessa área e trace sua estratégia de divulgação.

Viu só como é fácil criar um e-commerce? Com dedicação e esforço não há mistério para transformar uma simples ideia na concretização de uma loja virtual! Pensando nisso, gostaríamos de lembrar você que temos uma plataforma própria de e-commerce para oferecer todo o suporte necessário aos nossos clientes, a CRIAR Loja Virtual, conheça. :)

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Invista em marketing digital em tempos de crise.

Publicado em 19.05.2016 às 10:42 | Postado em: Mercado | Fonte: ecommercebrasil.com.br
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Dentre os erros cometidos por empresas durante uma crise, um dos mais comuns é o corte de verbas destinadas à Comunicação e Marketing. Na verdade, o que ainda pode ser visto como gasto supérfluo deveria ser enxergado como uma estratégia importante na gestão do negócio, pois com o momento delicado da economia, a empresa não deve se “esconder” dos seus potenciais clientes.

Embora seja um grande desafio, mesmo neste cenário, as empresas devem pensar em crescer. Para isso, o segredo é não abrir mão dos bons investimentos. Com a retração da economia, os clientes vão buscar as melhores condições possíveis. Concorda? Desse modo, uma das alternativas é captar e fidelizar seus clientes, e nessa hora as estratégias de marketing digital estão ganhando cada vez mais destaque.

O Inbound Marketing, por exemplo, pode ser uma saída para sua empresa crescer de maneira mais rápida e rentável. Investir em conteúdo para a captura de leads, além de tecnologias analíticas para aprimorar a eficiência de vendas, pode trazer inovação nos processos de compras e marketing. A web é um canal que oferece oportunidades de vendas prontas, e permite que você conquiste prospects para o seu negócio, o que encurtará o seu ciclo de vendas. Trata-se de um canal essencialmente inbound. E o que isso quer dizer? Estamos falando de estratégias que devem focar na fidelização do cliente por meio de conteúdo de qualidade e que atendam às suas principais necessidades.

Outro motivo que deve ser levado em consideração para que a crise não afete suas estratégias de marketing digital é o fato de que na internet tudo é mensurável. Dessa maneira, você pode testar todas as opções disponíveis, e quando a ação de marketing realizada se transformar em leads, oportunidades ou vendas, você saberá exatamente qual caminho deve seguir.

Embora as ações de marketing possam exigir mais do seu tempo, também vale ressaltar que elas vão exigir menos do seu dinheiro, se compararmos ao marketing tradicional. De acordo com uma pesquisa realizada pelo eMarketer, 86% dos profissionais de marketing planejavam aumentar os gastos com marketing de conteúdo em 2015, o que prova que não dá para conceder espaço para a concorrência.

No entanto, não se esqueça da importância do Planejamento Estratégico, pois ele é uma parte fundamental no processo de traçar estratégias assertivas para o seu negócio, já que por meio dele é possível realizar uma análise detalhada do mercado, bem como diagnóstico da marca, estudo da concorrência, definição do público-alvo e outras etapas importantes. Esse trabalho é realizado por meio da criação da estratégia de comunicação para a geração de tráfego, leads e vendas, que consiste em estabelecer e conceituar a experiência que será vivida pelos seus clientes em cada canal digital.

O investimento em marketing irá fornecer uma melhoria constante, pois a partir do momento em que você pode medir as ações, você também pode melhorá-las. E nesse contexto, estamos falando de trazer um aumento de vendas com um orçamento menor.

Em resumo, aproveitar os momentos de crise para investir pode ser o caminho para capitalizar no futuro. Que tal apostar nisso?

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Google testa mudança na página de buscas

Publicado em 10.05.2016 às 15:07 | Postado em: Mercado | Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/
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O Google está testando uma nova alternativa para os links que aparecem nos resultados em sua página de pesquisas. Em vez dos tradicionais links azuis, a empresa pode passar a usar a cor preta.

A novidade é uma mudança relativamente grande, já que os links azuis estão presentes desde o início do site. Pelo twitter, usuários reclamaram que a novidade torna mais difícil de diferenciar os links clicados.
O Google também está testando novos tons de azul para os links.

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CRIAR Loja Virtual recebe o selo profissional associado da ABCOMM.

Publicado em 23.03.2016 às 15:51 | Postado em: Mercado | Fonte:
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A CRIAR Loja Virtual recebeu o selo Profissional Associado da ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).


A ABComm - Associação Brasileira de Comércio Eletrônico reúne representantes de lojas virtuais e empresas nas áreas de tecnologia da informação, organização de eventos, portais de notícias e serviços de marketing para trocar experiências e abrir espaço para que micro e pequenas empresas tenham participação nas discussões sobre o mercado digital brasileiro.


Sabendo do amplo crescimento do comércio eletrônico no Brasil, a CRIAR estará cada vez mais presente em eventos dessa área, visando sempre oferecer os melhores serviços como plataforma de e-commerce, obter resultados com o marketing digital e contribuir para o desenvolvimento do e-commerce nacional.

No dia 17/03, a CRIAR completou 06 anos de dedicação ao e-commerce, ajudando empresas de todos estados Brasileiros a vender pela internet e aumentar os seus lucros.

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Submundo do e-commerce: Fraudes

Publicado em 22.02.2016 às 16:02 | Postado em: Mercado | Fonte: http://ecommercenews.com.br/
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Mesmo diante do cenário de crise econômica que o país tem vivido, um segmento que vem crescendo a cada ano é o e-commerce. De acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), esse setor cresceu 22% em relação a 2014 e faturou R$ 48,2 bilhões. E, para 2016, o cenário é ainda mais positivo. Estima-se que as lojas virtuais terão um aumento de 18% em comparação com o ano anterior e um faturamento de R$ 56,8 bilhões.

Esses números comprovam que muitos empreendedores estão escolhendo começar o seu negócio por meio das lojas virtuais em vez das físicas, que, muitas vezes, demandam muito mais tempo e geram custos fixos muito maiores. Mas nem tudo é perfeito, já que no e-commerce também há desvantagens para o dono do negócio.

Ao mesmo tempo em que o segmento cresce, o número de fraudes também apresenta um aumento expressivo. De acordo com um levantamento feito pelo Moip, em parceria com a Keyscores, 70% das compras são realizadas por meio do cartão de crédito. Mas há criminosos que conseguem tripudiar e encontrar uma maneira “fácil” de clonar dados dos cartões e utilizá-los para realizar uma série de compras. E, neste caso, o dono do e-commerce acaba arcando com o prejuízo.

Por mais que o cartão de crédito seja o meio de pagamento mais seguro para o cliente (ele sempre poderá pedir o estorno de uma compra feita online que não identificar na fatura), o mesmo não se pode dizer sob a ótica dos lojistas: reverter um chargeback não é tarefa tão simples assim. Por este motivo, é muito comum vermos grandes lojas virtuais sendo prejudicadas por não estarem devidamente protegidas contra fraudadores.

O cenário é favorável para a fraude

Infelizmente, hoje em dia, fraudar é muito fácil. Essas ações exigem um custo muito baixo e oferecem altos retornos diante de poucos riscos. Há ainda um motivo determinante para o crescimento dessa infração: a Justiça brasileira não dá prioridade para esses tipos de crimes, pois ainda é uma área pouco conhecida pela legislação.

Além disso, a fraude de cartão de crédito tem se tornado cada vez comum por conta da enorme oferta de dados disponíveis no “mercado negro” virtual. E é justamente este fator que faz a roda deste crime cibernético continuar girando, pois há diversas formas de essas informações caírem nas mãos de pessoas erradas.

Muitas vezes os próprios lojistas são responsáveis por este vazamento de informação de clientes, seja por negligência ou por serem vítimas de golpes. Ou pela combinação dos dois fatores.

Os ataques dos hackers acontecem quando aparece uma oportunidade, normalmente por meio de robôs que testam a segurança de diversas páginas e servidores. Quando esses robôs identificam um e-commerce com a segurança comprometida, realizam a invasão e roubam os dados de clientes – inclusive informações referentes a cartão de crédito. Há também os ataques “profissionais” de hackers, muito mais complexos e planejados, com foco em empresas gigantescas.

Outra forma muito comum é o Phishing, na qual o criminoso encaminha para a vítima um e-mail, mensagem instantânea ou até um link de acesso a um determinado site e aguarda que o internauta caia em sua armadilha. Como muitas vezes é difícil identificar se aquele site é ou não confiável, é grande o número de prejudicados. Estima-se que 97% das pessoas não conseguem identificar uma tentativa similar a essa, segundo a norte-americana Intel.

O que o lojista deve fazer?

Não há uma fórmula mágica ou qualquer solução que seja capaz de garantir uma operação 100% segura a uma loja virtual. Infelizmente, sempre haverá alguém tentando tirar vantagem de outra pessoa. E o mesmo se aplica ao e-commerce: a fraude faz parte do jogo, e até mesmo o mercado considera “aceitável” uma taxa de fraudes na casa de 1%. Esse risco deve ser levado em consideração em todos os cálculos no seu negócio.

No entanto, quando o percentual de fraudes se torna maior do que isso, a operação do e-commerce se torna preocupante. Além do prejuízo causado pelas vendas “perigosas”, a empresa pode receber multas altíssimas de adquirentes de cartão de crédito e até mesmo perder o direito de processar este tipo de pagamento. Neste cenário surgem as soluções antifraude, aliadas dos e-commerces no combate à fraude.

O que não pode acontecer, sob hipótese alguma, é que todo o negócio seja prejudicado pela fraude – ou pelo medo que ela causa. Afinal, a esta altura do século 21, “não vender pela internet” já não é mais uma solução viável.

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