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Garoto gasta 100 mil euros por engano e Google perdoa dívida

Publicado em 05.10.2016 às 10:42 | Postado em: Mercado | Fonte: http://exame.abril.com.br
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O Google estimou nesta quarta-feira que um menino espanhol de 12 anos cometeu um erro de forma inconsciente e, por isso, perdoou uma dívida de 100.000 euros que ele contraiu ao contratar publicidade on-line buscando a fama de sua banda de música.

José Javier, estudante de Torrevieja, província de Alicante (leste), criou em agosto uma conta em uma ferramenta do Google chamada AdWords, com a ideia de ganhar dinheiro com vídeos musicais no YouTube, mas o que realmente fez foi comprar espaços publicitários.

Uma fonte do Google indicou à AFP que a empresa entende que "tudo foi um erro e que (o jovem) fez isso de maneira inconsciente, um menino de doze anos não quer gastar 100.000 euros (112.000 dólares)".

O Google, o gigante da internet dono do YouTube, anunciou na véspera que não havia "recebido dinheiro por parte deste usuário" e que cancelava o "saldo pendente do AdWords", em um comunicado no qual não explicava a razão.

A ferramenta AdWords permite desenvolver uma campanha na internet ao inserir publicidade em conteúdos de páginas como YouTube, mas o usuário precisa ser maior de idade para criar uma conta.

"Pensava que estava ganhando dinheiro, e não o contrário (...) e queria comprar instrumentos" para a banda na qual toca trompete, Los Salerosos, explicou ao jornal El País a mãe de José Javier, Inma Quesada.

O jovem associou o AdWords a um conta bancária em seu nome que sua família havia aberto para que ele poupasse dinheiro, o que permitiu alertar os pais quando o banco telefonou para informar sobre as cobranças.

A fonte do Google indicou não ter conhecimento de que tenha ocorrido antes um caso como este na Espanha.

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Perspectivas Otimistas para o Comércio Eletrônico

Publicado em 05.10.2016 às 19:08 | Postado em: Mercado | Fonte: abcomm.org/noticias/
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Escrevo este artigo para compartilhar algumas informações com relação ao comércio eletrônico que podem lhe trazer novos horizontes para a alavancagem dos seus negócios.

Comparado com o varejo restrito no Brasil, o e-commerce representou 3,3% das vendas totais no país. Com o crescimento de 3% no volume de pedidos no ano de 2015, o e-commerce movimentou aproximadamente 41,3 bilhões, o que representa o aumento nominal de 15,4% comparado ao ano de 2014. E, mesmo com a alta do dólar, 54% dos consumidores realizaram pelo menos uma compra em sites internacionais no ano de 2015 (Ebit-Buscapé).

No que diz respeito à distribuição de vendas por regiões do Brasil, tem-se o seguinte panorama, de acordo com os dados do e-bit/Buscapé de 2015:

tabela

Fonte: Ebit/Buscapé

As top 5 categorias mais vendidas em 2015 por volume de pedidos e faturamento (Ebit/Buscapé) foram:

quadro

No que diz respeito ao perfil dos consumidores por faixa etária e sexo em 2015 tem-se: entre 35 e 49 anos – 39%; acima de 50 anos – 33%; entre 25 e 34 anos – 21%; até 24 anos: 8%, sendo 50% do sexo masculino e 50% do sexo feminino (E-bit/Buscapé).

Com relação às expectativas para 2016, dados da pesquisa E-bit/Buscapé apontam que a perspectiva é que o faturamento do e-commerce tenha um crescimento nominal de 8% atingindo um total de R$ 44,6 bilhões. Diante de um ambiente de total instabilidade tanto política quanto econômica, o varejo brasileiro deve apresentar nova queda, em contrapartida, o comércio eletrônico deve apresentar um crescimento. A estimativa para o tíquete médio é que tenha um crescimento de 8% em relação ao ano anterior, atingindo o valor de R$ 419,00.

Contudo, para tracionar os resultados digitais é importante considerar além dos números e dados de mercado: marketing 2.0; estratégias de posicionamento da marca e inserção nos marketplaces como CNOVA (Extra, Casas Bahia, Ponto Frio); B2W (Submarino, Americanas, Shoptime), Walmart, Mercado Livre, Grupo NETSHOES (Netshoes e Zattini), Grupo GFG (Dafiti, Kanui e Tricae), Magazine Luiza, Carrefour, pois são sites de bastante tráfego, que recebem milhares de pedidos por dia.

Percebe-se que os dados apresentados são bastante otimistas, sendo que ao emergir no varejo eletrônico é necessário pensar em caminhos para crescer com sustentabilidade e com um mix de produtos atrativo ao consumidor, preços competitivos e bem calculados com base em mark-ups que impliquem em rentabilidade das operações on-line. Afinal, o que conta no final do dia é o resultado, pois nem sempre um faturamento exorbitante significa lucro, visto que é o resultado que aponta o superávit ou déficit das vendas.

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Colocamos no ar o novo site da Exattus Camaquã

Publicado em 26.09.2016 às 15:29 | Postado em: Mercado | Fonte:
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A Exattus Escola de Profissões atua a mais de 18 anos no treinamento e preparação de profissioanais para o mercado de trabalho.

A Exattus colocou o novo site no ar para divulgar seus cursos e para ser mais uma plataforma de comunicação com seus alunos.

Conheça o novo site. www.exattuscamaqua.com.br

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A mulher da geração millenium e o e-commerce.

Publicado em 21.07.2016 às 11:18 | Postado em: Mercado | Fonte: http://digitalks.com.br/
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A pergunta é simples: sua loja virtual sabe vender para a mulher do século XXI? Aquela que nasceu entre as duas últimas décadas do século XX, que passa, a cada dia com mais força, a exercer papel de principal fonte de receitas em muitos lares brasileiros?

Apenas para mostrar a importância de debatermos o assunto, as mulheres já são responsáveis, segundo a última edição do Webshoppers, por 50% das vendas de e-commerces no Brasil. Em 2014, os homens eram maioria (51,4%) e as mulheres somavam 48,6% do público e-consumidor. Isso mostra que há um crescimento do público feminino no comércio eletrônico e, portanto, um perfil que deve ser considerado e melhor compreendido pelo lojista.

 

RÁPIDO PANORAMA SOBRE ESSA GERAÇÃO

Para falarmos da mulher Y ou millenium, foco desse texto, precisamos definir essa geração e, bem, você já deve ter percebido que os tempos mudaram e a forma como se consome hoje é (muito) diferente de como isso era feito há 40, 30, 20 e até mesmo 10 anos atrás.

O consumidor mudou: ele busca mais do que produtos. Na verdade, ele quer que as marcas ofereçam experiências, que sejam socialmente responsáveis, e que tenham um propósito – e isso vale também para as lojas virtuais.

millenium-internet

Essa geração nasceu entre a década de 80 e meados de 90, o que fez com que lidasse com as mais modernas tecnologias desde seu início. Internet, telefonia móvel, TV à cabo, SMS, internet mobile, smartphones, aplicativos, e-commerces, redes sociais e tantos outros avanços, que embora pareçam intrínsecos a nosso cotidiano, eram apenas ficção cientifica há alguns anos.

Os “nativos” dessa nova geração estão sempre conectados, falam em ter seu espaço, desejam ser respeitados e tratados como únicos pelas marcas, que, por sua vez, precisam estar prontas para atender, de forma satisfatória, esse perfil de cliente. As primeiras edições da Black Friday deixaram isso bem claro. As marcas que desafiaram o consumidor tentando maquiar preços foram expostas.

Essa é a geração Y, que exige cuidado das marcas, e as fizeram perceber que precisam se diferenciar para oferecer algo que vá além da relação loja/cliente.

Com essa breve explicação da geração, vamos voltar ao foco principal do artigo.

 

AS MULHERES MILLENIUM PENSAM EM CAUSAS, USAM SEU DINHEIRO COM INTELIGÊNCIA E FOCAM EM SEU BEM-ESTAR
Em abril de 2016, o portal da Harvard no Brasil publicou um artigo que apresenta uma pesquisa realizada em conjunto entre a consultoria PWC e o Instituto Optimum Research, intitulada: “The female millennial – A new era of talent”. Para o desenvolvimento do material foram entrevistadas mais de 10 mil pessoas de 75 países. A idade de quem foi consultado variou entre os 20 e 35 anos.

Embora a pesquisa tenha sido focada no mundo dos negócios e carreiras, é possível ter uma ideia do perfil dessa nova mulher, o que pensam e as expectativas para o futuro. A pesquisa indicou, por exemplo, que elas buscam um trabalho onde possam ter orgulho de seu empregador e uma empresa que contribua de alguma forma para melhorar o mundo. Ou seja, as causas estão muito em evidência e já fazem parte da realidade desse target.

Cabe aí uma reflexão: se elas têm buscado isso no trabalho, de onde tiram seu sustento, já parou para imaginar o tamanho do impacto desse pensamento no consumo?

Outra pesquisa, essa da consultoria Nielsen, apontou que as mulheres são muito fiéis às marcas e não costuma trocá-las sem motivos bem embasados – ao contrário dos homens. 53% deles afirmam que trocariam de marca para produtos com menor custo, mas apenas 35% das mulheres fariam o mesmo. A pesquisa também indicou que as mulheres nessa faixa estão mais fiéis às marcas líderes de mercado.

O que podemos constatar? Para elas, o preço nem sempre é crucial para trocar produtos, embora seja importante. A experiência (positiva) com a marca volta a falar muito alto, e a divulgação é importante para manter sua marca forte e presente na realidade delas.

Uma outra constatação importante , da mesma pesquisa, é que depois que todas as contas são pagas elas costumam utilizar o dinheiro para a aquisição de itens para melhorar suas casas ou para a compra de roupas novas.

Lojas virtuais que atuam com essas categorias podem muito bem analisar o comportamento de suas consumidoras cruzando informações de navegação no site, com dados disponibilizados por ferramentas de inteligência de mercado e que analisem padrões de compra de clientes e seus interesses manifestados em redes sociais (por curtidas, menções em publicações ou fotos).

Entender que a cliente tende a frequentar restaurantes (pois há fotos e comentários sobre isso em sua rede social) em determinado período do mês ajuda, por exemplo, quem pretende criar uma oferta especial para estas datas – ou horários – que atendam um padrão de compra. Também é possível segmentar anúncios para quem curta uma determinada marca e cujo perfil seja o mesmo do público-alvo que o lojista pretende atingir.

 

MULHERES MAIS LIGADAS NAS REDES SOCIAIS

e-commerce-millenium-mulherO Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) lançaram este ano, 2016, a pesquisa sobre o “O perfil de consumo das mulheres brasileiras”. O material apontou que 94,3% das entrevistadas utilizam as redes sociais e esses números podem ser empregados de forma estratégica por seu negócio. Outro dado importante é que 64,8% delas já mudaram seus hábitos de compra por conta das redes sociais. Ou seja, manter uma estratégia nesses canais é fundamental para ativar a experiência com a marca.

Dentre os canais mais utilizados, conforme este estudo, estão: Facebook (89,2%), Youtube (43,4%) e Instagram (34,4%).

Ainda segundo a pesquisa, os temas com os quais elas mais interagem nas redes sociais são:

Culinária: 65,1%
Moda: 46,8%
Beleza: 40,3%
Finanças pessoais: 9,2%
Claro que sua loja virtual precisa entender quem é o seu público, mas esses dados ajudam a referenciar um comportamento padrão das consumidoras.

 

52,6% das entrevistadas também revelaram à pesquisa que fazem a avaliação de produtos, sendo que os mais avaliados são:

Celulares: 63%
Roupas: 56.6%
Calçados: 45,8%
Alimentos: 32,8%
Equipamento de TV, DVD e som: 30,6%
Se as redes sociais são um canal no qual elas buscam referências e, nesse mesmo espaço, elas costumam fazer avaliações, fica mais fácil resolver essa equação: você só precisa estimular que suas clientes compartilhem as experiências com as marcas. Cabe, por exemplo, oferecer prêmios para que façam isso.

Em médio prazo as clientes podem passar a receber anúncios exclusivos por meio do Facebook ou outros canais de perfomance. Lembre-se que elas são clientes fiéis e como “Y’s” precisam se sentir únicas, exclusivas.

 

49,9% utilizam app no dia a dia (SPC/CNDL, 2016)

Sabe quais são os apps mais utilizados? Os de compra online de roupas e sapatos, que fazem parte da rotina de 24,4% delas. Mas, e aí? Você já tem estratégias para o mobile?

 

Como você trabalha personas?

Muito comum em nosso meio, as personas precisam ser estratégicas inclusive quando se criam campanhas, mas como você representa as mulheres? Será que é da forma exata como elas querem ser tratadas?

A mesma pesquisa deste tópico mostrou como elas querem ser vistas e retratadas pelas marcas:

49,2% – desejaram ser vistas como “mulheres guerreiras”
46,6% – como “reais”, sem o padrão de beleza intangível dos filmes de TV
33,0% – como “dinâmicas”
32,7% – como “independentes”

Com tudo isso em mente, a pergunta continua simples: sua loja virtual sabe vender para a mulher do século XXI?

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Entenda os primeiros passos para criar um e-commerce.

Publicado em 24.05.2016 às 16:28 | Postado em: Mercado | Fonte:
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O faturamento dos comércios eletrônicos no Brasil não para de crescer: é o que diz o relatório WebShoppers, realizado pela E-bit e disponibilizado no site da instituição. Segundo o texto, só no primeiro semestre de 2015, esse mercado cresceu 16% em relação ao mesmo período de 2014, tendo um acúmulo de 18,6 bilhões de reais. E o melhor é que as perspectivas para o fechamento de 2015 e a sequência em 2016 são ainda melhores, já que o comportamento do consumidor vem gradualmente mudando do ambiente físico para o on-line. De olho nessa oportunidade, empreendedores mais atentos já começaram a investir em lojas virtuais. E você, está preparado para aproveitar essa chance? Então conheça agora mesmo os primeiros passos para criar um e-commerce de sucesso!

Faça um bom planejamento
Assim como qualquer empreendimento físico, os negócios virtuais devem ser planejados, sempre levando em consideração, claro, as especificidades do meio digital. Assim, estudo de mercado, benchmarking, análise de palavras-chave, oportunidades e ameaças, diferenciais competitivos, projeção de custos e de ganhos, dentre outras questões, devem ser devidamente registrados em um documento que sirva de suporte às tomadas de decisões dos gestores.

Escolha a melhor plataforma
Como a plataforma é a base de todo o e-commerce, ela deve ser cuidadosamente escolhida, considerando o planejamento da empresa e as projeções de tráfego e de vendas. Nesse momento, é importante que os gestores optem por uma solução que seja flexível, automatizada, escalável e integrada a um sistema de gestão ERP para que todos os dados, as informações e os recursos disponíveis para comercialização estejam sincronizados. Procure por uma empresa de confiança e faça a escolha certa de sua plataforma, sempre do olho no futuro do negócio.

Defina os meios de pagamento
Outro ponto essencial que deve ser pensado na hora de criar um e-commerce diz respeito às formas de pagamento, afinal, quanto mais opções você oferecer a seus clientes, maiores serão as chances de eles fazerem compras maiores e mais frequentes. Há empresas que terceirizam os pagamentos de depósitos bancários, cartões de crédito e de débito por meio, por exemplo, do PayPal e dos gateways, que integram a loja virtual à administração de operadoras, sendo que também existe a integração direta com as operadoras, sem intermediários. Obviamente, cada um desses modelos tem suas vantagens e desvantagens, de forma que a melhor opção dependerá das particularidades do seu empreendimento.

Cuide da segurança do portal
Por mais que as pessoas estejam mudando seus hábitos de consumo, o que ainda impede que muitos comprem na web é o imaginário de que as lojas virtuais não são seguras. É preciso desmitificar essa ideia não apenas escolhendo programas antifraude e antirroubo, mas também divulgando sua eficiência. Para isso, deixe em um local bastante visível (tanto na página inicial como na de fechamento de vendas) informações sobre a segurança da transação comercial. Com isso, os clientes ficarão mais confiantes em relação à compra e seu empreendimento contribuirá para a mudança desse pensamento ultrapassado.

Divulgue sua loja virtual
Ao criar um e-commerce, é importante que você conheça as melhores ações para fazer sua publicidade no ambiente virtual. Adote estratégias de marketing digital para melhorar o posicionamento da página nos mecanismos de busca, aproximar o cliente dos produtos comercializados, gerir o relacionamento com os prospects e consumidores e, o mais importante, para posicionar adequadamente o empreendimento no mercado. Busque apoio de profissionais dessa área e trace sua estratégia de divulgação.

Viu só como é fácil criar um e-commerce? Com dedicação e esforço não há mistério para transformar uma simples ideia na concretização de uma loja virtual! Pensando nisso, gostaríamos de lembrar você que temos uma plataforma própria de e-commerce para oferecer todo o suporte necessário aos nossos clientes, a CRIAR Loja Virtual, conheça. :)

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