iPoomWeb Agência Digital

Blog - Mobile

O potencial do mobile marketing: cinco motivos para investir!

Publicado em 02.06.2015 às 16:10 | Postado em: Mobile | Fonte:
Compartilhe:

Quando ouvimos a frase: “existem mais telefones celulares que televisores no mundo”, já podemos ter uma ideia do poder e fascínio que os aparelhos mobile exercem sobre as pessoas, no mundo todo. Cada vez mais existe um número cada vez maior de pessoas acessando a internet – e comprando – através de smartphones e tablets. E esses consumidores querem uma experiência tão boa quanto quando acessavam via computador.

Em alguns estados brasileiros o número de celulares já é maior do que o numero de habitantes, e mais da metade dos consumidores dizem que desejam trocar de aparelho no prazo de um ano. Assim, apesar de ser algo novo, a publicidade móvel só cresce, chamando atenção de empresas de todos os tamanhos e mercados.

Abaixo, veja cinco motivos para investir nesse mercado!

1. Segmentação: através do uso dos celulares é possível saber exatamente quem é o consumidor, onde ele está, o que ele quer, o que ele acessa, e dessa forma acertar em cheio aquele que tem o perfil da marca ou produto, um comprador em potencial.

2. Personalização: se você sabe exatamente que consumidor vai receber sua mensagem, pode personalizar a comunicação, estabelecendo um diálogo direto e não apenas oferecendo um anúncio.

3. Agilidade: uma das principais vantagens do mobile marketing é a rapidez nos resultados das ações. Ao publicar em um portal que só aparece para consumidores que acessam via smartphone ou tablet, o anúncio é visto em tempo recorde, já que esses usuários costumam ficar mais tempo conectados que os que usam computadores.

4. Mensuração: via mobile é possível estabelecer modos de mensurar detalhadamente o resultado das ações, o que ajuda a estabelecer parâmetros e estratégias a médio e longo prazo.

5. Custo: mobile marketing é muito mais barato do que se imagina, já que os custos para se desenvolver um aplicativo exclusivo ou uma campanha em portais específicos é baixo em relação a outras mídias.

Estar presente no dia a dia do cliente certo, nos momentos certos, de forma emocional e personalizada, faz do mobile marketing uma ferramenta indispensável não apenas para as empresas que dependem da presença digital, mas também para as que buscam uma forma moderna de estabelecer contato com seus consumidores.

Continue lendo o artigo »

Sites com versão para dispositivos móveis começarão a aparecer em posições mais altas no buscador

Publicado em 24.04.2015 às 10:22 | Postado em: Mobile | Fonte: proxxima.com.br
Compartilhe:

De vez em quando, o Google altera sua busca de algoritmos de uma forma que derruba o ecossistema de publicações online. Isso aconteceu há alguns anos quando a empresa decidiu que os links das contents farms – publishers que tentam brincar com o algoritmo do Google com palavras-chave e material de qualidade questionável – não deveriam aparecer tão rapidamente nas páginas de pesquisa. Agora o Google está fazendo o mesmo com sites que não funcionam bem em mobile, um movimento que tem sido chamado de “Apocalipse do Celular” (ou “mobilegeddon”, em inglês).


O Google descreveu as mudanças em fevereiro da seguinte forma:


“Começando em 21 de abril, nós estaremos expandindo nossa interface amigável de celulares como um fator de ranking. Essa mudança afetará as buscas em mobile em todas as línguas ao redor do mundo e terá um impacto significativo nos nossos resultados de busca. Consequentemente, usuários acharão mais fácil encontrar resultados relevantes e de alta qualidade que são otimizados para os seus devices.”


Para qualquer um que está inseguro se o seu site não está nas novas regras do Google, a empresa criou um aplicativo online para checar se o site seria considerado mobile-friendly. Além de ter criado ferramentas que ajudam o site a se adaptar para mobile.
A companhia também deixou claro que o celular não é a única consideração:


“Enquanto a mudança para mobile-friendly é importante, nós ainda utilizamos vários sinais para ranquear resultados de pesquisa. O conteúdo ainda é um fator importante – então, se a página tiver um bom conteúdo mas não for mobile-friendly ela ainda aparecerá bem ranqueada.”


O Google está mudando seus algoritmos para fazer com que mais empresas criem sites mobile-friendly por uma única grande razão. Mais pessoas estão usando o sistema de busca do Google em aparelhos mobile, e esses usuários esperam que a experiência seja tão boa quanto estão acostumados a ter no desktop. Se o sistema de busca leva a sites que não funcionam bem em mobile, isso significa que Google não é tão bom no mobile, tornando a empresa vulnerável em tempos onde não se pode ser.


Por anos a empresa tem se oposto a anunciantes que não querem pagar o mesmo valor em anúncios mobile e em anúncios de desktop. Enquanto as pessoas estão migrando para o mobile, os anunciantes e suas grandes verbas irão também, de acordo com a linha de pensamento da empresa. Mas se a pessoas pararem de migrar para o Google em busca de um site de busca mais amigável em celulares, a segunda parte da equação fica ainda mais questionável.

Continue lendo o artigo »

O design responsivo elimina a necessidade de um app?

Publicado em 14.10.2014 às 15:01 | Postado em: Mobile | Fonte: internetretailer.com
Compartilhe:

Enquanto alguns usuários se beneficiam dos aplicativos, muitos podem encontrar na construção do site com design responsivo uma forma eficiente para servir seus clientes em smartphones e tablets.

Não é segredo pra ninguém que só se fala em mobile. De acordo com a Forrester Research Inc., 29% das vendas online deste ano (com exceção de comida e viagem) serão feitas a partir de um smartphone ou tablet. O mercado não pode ignorar esses números. O tempo para capitalizar no m-commerce é agora.

Para as empresas de hoje, a questão não é se elas vão abraçar o mobile, e sim como farão isso. É natural assumir que os aplicativos são necessários para alcançar a audiência mobile. De fato, há alguns anos, os apps de mídia prometiam a melhor experiência mobile para os usuários. Recentemente, porém, o advento do design responsivo e outras tecnologias avançadas de web mudaram o jogo do mobile. Hoje, apps podem não ser necessariamente a melhor opção para criar a experiência top no mobile.

Apps possuem algumas limitações. Por exemplo, eles podem geralmente criar barreiras para as vendas porque requerem download, o que implica um passo a mais para o consumidor em potencial. Compradores casuais podem não querer se comprometer tanto a ponto de baixar o aplicativo, especialmente se eles estão à procura de um item em particular e não se importam com o local onde vão encontrá-lo. Os apps para mobile podem funcionar bem para aqueles clientes recorrentes e fiéis à marca que só compram em determinados locais.

Além disso, a manutenção do aplicativo pode ser um problema. Com as múltiplas plataformas e sistemas operacionais a considerar, produzir um app que seja útil para a massa, na verdade, requer desenvolver algumas versões diferentes do app para atender a várias necessidades tecnológicas. Isso significa mais investimento em tempo e recursos, não apenas durante o desenvolvimento inicial do app, mas toda vez que ele precisa ser atualizado. Uma alternativa é optar pelo design responsivo no site para direcionar as necessidades mobile, o que significa que as empresas podem colocar o tempo e recursos em um website e ter a garantia de que todas as atualizações vão refletir instantaneamente nos dispositivos e plataformas.

Com as opções tecnológicas disponíveis hoje, a maioria das companhias pensa duas vezes em investir em desenvolvimento de aplicativos. Porém, existem exceções. Grandes varejistas como a Amazon são beneficiados com os aplicativos por conta da quantidade e da diversidade de produtos em suas lojas. Para marcas que oferecem muito conteúdo, como blogs, vídeos e indústria de notícias, como parte de sua experiência online, também pode valer a pena manter um app.

Para a maioria das empresas, melhorar a experiência do cliente é reduzir as dificuldades no fluxo de compra e, para muitos consumidores, baixar um app é um obstáculo. Não há dúvida de que o mobile é uma preocupação importante hoje no varejo online. O boom dos aplicativos é compreensível, mas eles nem sempre podem ser a melhor opção para alguns varejistas que precisam oferecer um nível alto de experiência aos seus clientes.

Continue lendo o artigo »

Sites Responsivos: O que são? Eu preciso de um?

Publicado em 13.08.2014 às 15:13 | Postado em: Mobile | Fonte:
Compartilhe:

Mas afinal o que é um site responsivo?
Site ou layout responsivo, ou também conhecido como site flexível é quando o site automaticamente se encaixa no dispositivo do usuário (PC, celular, tablet, etc). Um site responsivo muda a sua aparência e disposição com base no tamanho da tela em que o site é exibido. Então, se o usuário tem uma tela pequena, os elementos se reorganizam para lhe mostrar as coisas principais em primeiro lugar.


Em smartphones a navegação e experiência do usuário fica difícil e limitada tendo que usar recursos de zoom in e out para ler a página na integra. Outros detalhes como botões e menus ficam desformatados pois não foram feitos para esse dispositivo/resolução.

 

Um site responsivo custa mais caro?
Depende, hoje avaliamos a sua verdadeira necessidade, projetamos o layout e na maioria dos casos permanece o mesmo valor que um projeto tradicional.


Eu preciso atualizar meu site para responsivo?
Uma análise de visitas com métrica em resolução dos dispositivos pode ser feita e caso o número de acessos seja considerável com telas menores é viável fazer um upgrade no seu site para atender com mais facilidade essa demanda.

Continue lendo o artigo »

Números confirmam expressivo crescimento do m-Commerce no Brasil

Publicado em 24.01.2014 às 15:07 | Postado em: Mobile | Fonte: IDG Now
Compartilhe:

O crescimento do mobile commerce começa acelerar no Brasil, e só não foi maior em 2013 por problemas primários de estrutura, como o baixo índice de conectividade WiFi nas residências, as sofríveis conexões 3G e o despreparo dos varejistas online para suportar a atividade.

Segundo o e.bit, que vem medindo o crescimento do m-Commerce a cada seis meses, as compras feitas a partir de dispositivos móveis (smartphones e tablets) já representam 4% do total de transações realizadas no comércio eletrônico. Praticamente o dobro do índice registrado em novembro do ano passado.

Números do Buscapé também comprovam aumento significativo no uso de dispositivos móveis entre os que acessam o site para comparar preços. Em 2012, quando a empresa tomou a decisão de desenvolver um aplicativo para dispositivos móveis em que, sem sair de sua interface, o cliente fosse capaz de finalizar a compra, o acesso via smartphones e tablets representou 5% do total. Este ano, já subiu para 17% (número de outubro, que pode ser ainda maior ao fim de dezembro, considerando a curva de crescimento do acesso mobile (aplicativos e mobile browser), mês a mês, nos 11 primeiros meses de 2012 em comparação com o mesmo período de 2013.

O interessante, segundo o VP de Comparison Shopping do Buscapé, Rodrigo Borer, é que ao contrário das pesquisas que apontam o tablet como plataforma móvel de preferência para o m-Commerce, a maioria das vendas realizadas através do app do Buscapé partiu de smartphones. “O mais surpreendente é que, ao conversarmos com esses usuários que compraram através do app, descobrimos também que a maioria deles estava em casa quando fez a compra e não na loja física, contrariando inclusive a nossa expectativa na época do lançamento do aplicativo”, comenta o executivo.

Segundo Borer, a explicação para dos dois fatos tem relação com o número pequeno desses usuários com acesso WiFi em casa. Mas pode estar relacionada também com outros fatores.

É fato que os consumidores estão sempre em fase de apreciação de produtos e serviços e cada vez mais a um toque de distância para saltar de de uma loja física para uma loja virtual, ou de um varejista online para outro. Mas o chamado “always-on commerce”, considerado uma evolução sutil do e-commerce, provocada pela conectividade onipresente dos consumidores, só deverá ser mais expressivo a partir de 2014, não só no Brasil, quanto no mundo, de acordo com um novo relatório da eMarketer, “Key Digital Trends for 2014”. A maior proliferação dos acesso 4G, da adoção do design responsivo nos sites de e-commerce preparador para m-Commerce, e dos próprios dispositivos móveis inteligentes contribuirão para isso.

No entanto, segundo Noah Elkin, eMarketer, embora o tablet esteja emergindo como fator chave para o aumento varejo móvel, em geral, por enquanto os smartphones oferecem acesso mais acessível para um número muito maior de consumidores, tanto em mercados desenvolvidos, quanto em mercados emergentes. Portanto, o comportamento observado pelo Buscapé é a realidade hoje, não só no Brasil, como também em outros países.

E a combinação de portabilidade, conectividade e acessibilidade dará cada vez mais ao smartphone um lugar privilegiado na condução do always-on commerce. Portanto, a tendência é haver um equilíbrio entre o uso dos tabblets e o dos smartphones para o m-Commerce. A comodidade ditará a preferência.

Nesta quinta-feira, 12 de dezembro, às 16h (no horário de Brasília), Noah Elkin participa do tradicional webinar gratuito promovido pela IBM que discute as tendências digitais para 2014 e no qual o tema always-on commerce será abordado. Interessados podem fazer o pré-cadastramento para assistir ao webinar clicando aqui.

Em tempo: o aumento da relevância do m-Commerce para o e-commerce brasileiro pode ser notado também nos valores movimentados. Em 2012, atingiu R$ 561 milhões em faturamento. Em 2013, esse número deve chegar a R$ 2 bilhões, de acordo com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.

Continue lendo o artigo »

  • 1

Receba nossas novidades

Receba dicas e novidades diretamente em seu e-mail.

Categorias

Últimos Posts